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Símbolos Maçônicos

O Compasso

compasso

O Compasso segundo a maçonaria

O COMPASSO – Da mesma maneira como na Maçonaria Operativa, o compasso é usado para a medição dos planos do arquiteto, e para facilitar-lhe dar as proporções exatas que assegurem a leveza bem como a estabilidade de sua obra; assim, na Maçonaria Especulativa ele é um fator simbolicamente importante para um modo uniforme de conduta, de uma tendência para a retidão que é a única que pode dar a felicidade na terra e também para o futuro. Portanto os compassos são os emblema mais proeminente da virtude, a única e verdadeira medida da vida do Maçom e de sua conduta. Do mesmo modo que a Bíblia nos dá a luz para os nossos deveres com Deus, e como o esquadro ilustra nossos deveres para com próximo e irmãos, assim o compasso nos dá essa luz adicional que nos instrui nos deveres que temos conosco – o grande e imperativo dever de controlar nossas paixões e manter nossos desejos dentro dos limites. “Está prescrito”, afirma o filósofo Burke, “na constituição eterna das coisas, que os homens de paixões desenfreadas forjam não podem ser livres; suas paixões forjam suas algemas”. Os irmãos que se deleitam em ver em nossos emblemas uma origem astronômica, encontram no compasso o símbolo do sol, onde o pólo circular representa o núcleo do luzeiro e seus braços como seus raios divergentes.

Nos rituais primitivos do século passado (18), os compassos eram descritos como partes dos utensílios de uma Loja, que como se diz correspondem ao Mestre. Há uma certa mudança do conceito nos rituais atuais.


O Esquadro

O Esquadro

O Esquadro

O ESQUADRO – Este é um dos símbolos mais importantes e significativos da Maçonaria. Como tal, é conveniente que se conserve sua verdadeira forma. Os maçons franceses o apresentam quase universalmente com um dos braços mais comprido, com a finalidade de lhe dar a forma do esquadro de carpinteiro. Porém, os maçons americanos, talvez para seguir o modelo incorreto de Jeremy L. Cross, mantém geralmente a igualdade dos braços, marcando desnecessariamente sua superfície com polegadas, adaptando-o a um instrumento para medir a largura e a altura das coisas, o que não é a sua finalidade. É simplesmente o esquadro de prova do pedreiro, motivo pelo que tem a superfície lisa, com seus braços ou extremidades formando um ângulo de noventa graus, e seu objeto é unicamente provar a exatidão dos lados da pedra, e constatar que os artifícios observam o mesmo ângulo. Na Maçonaria é o símbolo da moralidade. Esse é o seu significado geral e se aplica sob várias formas:

  1. É apresentado ao neófito como uma das três grandes luzes;
  2. Ao companheiro como uma de suas ferramentas;
  3. Ao mestre como o emblema oficial do Venerável da Loja.

De todas as maneiras e de qualquer forma, inculca a mesma lição de moralidade, de lealdade, de honestidade. É tão universalmente aceito este simbolismo, que até se disseminou como fora da Ordem, e se encontra no linguajar familiar, comunicando a mesma idéia. A palavra quadrado ou esquadria, diz Halliwell, significa honesto, eqüitativo, como sendo o “procedimento honrado”. “Agir com honestidade” quer dizer proverbialmente proceder honradamente. Como símbolo maçônico é de data muito antiga, e era familiar entre os Pedreiros Operativos. No ano de 1830, o arquiteto, ao reconstruir uma ponte muito antiga, chamada de Ponte de Baal, que se encontra perto de Limerick, na Irlanda, encontrou sob a pedra fundamental um antigo esquadro de bronze, corroído pelo tempo, contendo num dos braços a seguinte inscrição: Serei fiel à verdade, que é o que represento e em tudo em que me baseio é a exatidão, isso no ano de 1517. Os Pedreiros de profissão, modernos, reconhecerão facilmente a idéia do lema de viver sobre o nível e o esquadro. Essa descoberta prova, se é que a prova seja necessária, pois a idéia familiar foi recebida dos nossos irmãos antigos, dos primeiros tempos.

Da mesma maneira, o esquadro, como símbolo da Maçonaria Especulativa, surge desde o princípio da restauração. Num dos catecismos do principio do século passado (XVII), no ano de 1725, encontramos a resposta à pergunta: “Quantos formam uma Loja? Ela se forma com Deus e o Esquadro, com cinco ou sete maçons dignos e perfeitos”. Deus e o esquadro quer dizer que Deus e a moralidade devem estar presentes em todas as Lojas, como princípios diretores. Os sinais, nesses tempos, se faziam por meio de esquadrias, e os moveis da loja eram a Bíblia, o Compasso e o Esquadro.

Em todos os ritos e em todos os idiomas onde existe a Maçonaria, o esquadro sempre conservou seu significado primitivo, como símbolo da moralidade.


A Letra G

A Letra G

A Letra G

É a sétima letra do nosso alfabeto e que sabiamente, os Maçons apresentam grandes questionamentos, e que através de estudos, apresentamos um resumo dos diversos significados:

  • Gravitação – É a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria;
  • Geometria ou a Quinta Ciência – É fundamento da ciência positiva, simboloizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge a noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada;
  • Geração – É a vida perpetuando a série dos seres. Força Criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas;
  • Gênio – É a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor;
  • Gnose – É o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais e que é o principal fator do progresso;
  • Glória – a Deus;
  • Grandeza – O homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação;

Gomel – Uma palavra hebráica, entende-se os deveres do homem para com Deus e os seus semelhantes.
Concluiremos, sintetizando que, a letra G é, realmente, o grande segredo maçônico, segredo tão secreto e misterioso, que nem mesmo os mais cultos e sábios Maçons conseguem decifrá-lo.

Fonte site Simbologia Maçõnica – A Letra G


A Trolha

A trolha

A trolha

A trolha, utensílio dos maçons operativos, também conhecido como colher de pedreiro, é o símbolo da benevolência para com todos na maçonaria especulativa.

A sua utilização para estender o emboço e cobrir todas as irregularidades, fazem parecer o edifício como formado por um único bloco e por isso, a trolha pode ser considerada como um emblema de tolerância e de indulgência com que todo maçom deve dissimular as faltas e defeitos de seus irmãos.
Uma trolha ou colher de pedreiro símbolo que ensina a propagar os sentimentos de afeto e bondade que unem a todos os membros da família maçônica numa sólida fraternidade, a trolha tornou-se um emblema de benevolência para todos, de conciliação e de silêncio.

Recorda, portanto, que se devem perdoar os defeitos dos irmãos, transformando em doçura as suas palavras, por amargas que sejam. A trolha, segundo Plantagenet, “é o símbolo do amor fraternal que deve unir a todos os maçons, único cimento que os obreiros podem empregar para edificação do templo”.

Passar a trolha significa, pois, esquecer as injúrias ou as injustiças, perdoar um agravo, dissimular um ressentimento, desculpar uma falta.
Na maçonaria operativa o aprendiz ocupava-se do preparo dos materiais brutos, pelo que necessitava unicamente do martelo e do cinzel. Estes materiais passavam depois às mãos dos companheiros ou operários que os colocavam convenientemente, servindo-se do prumo, do nível e do esquadro.
Por último, o mestre verificava a exatidão com que foi feito o trabalho, dando a última demão e estendendo com a trolha o cimento que une definitivamente todos os materiais. Por isso, considera-se que a trolha é um instrumento do mestre maçom. Em certas lojas inglesas, porém, a trolha é a ferramenta de trabalho do mestre instalado.

Fonte site Wikipédia – Trolha (maçonaria)


O Prumo

O Prumo

O Prumo

O Prumo este objeto do pe­dreiro, para nós representa aquilo que ele é na prática, como instru­mento usual de retilinidade: reti­dão, justiça, equidade e equilíbrio. Difere o prumo usual das constru­ções com o maçônico, pois este é constituído simplesmente de um cordão com uma peça de chumbo na sua ponta, projeta­da de um semi-arco, sem os com­plementos e forma daquele, como ilustrado em inúmeras imagens. É de rudeza a aparência de um Prumo, à primeira vista, pela sua própria singeleza como obje­to, contudo, é de uma fidelidade incontestável, e faz a medida da verticalidade perfeita. E por esse fato, primordialmente, que se enten­de ter sido um dos motivos pe­los quais a Maçonaria o tem como símbolo de alto significado. O Prumo nos dá a verticalidade que conjugando com o Nível, este nos conduz à horizontalidade.

O 1º Vigilante tem em sua insígnia um triângulo e, no ápi­ce, amarra-se um fio de prumo, recordando-nos um instrumento completo.
Assim concluímos que o verdadeiro maçom deve buscar sempre sua elevação espiritual em busca da real Justiça, Equidade e Retidão, buri­lando sua conduta no dia a dia em cada ação empreendida, quer no lar, quer na sua profissão profana. E sempre voltado à busca da Verda­de, traduzida no aperfeiçoamento intelectual e moral.

Cumpridor dos seus deveres para com a Pátria, sua família, seus se­melhantes, para consigo e com o Grande Arquiteto do Universo, está o maçom Em Prumo:

  • no caminho vertical que movimenta o Ser no eterno desenvolver humano, seguindo retilineamente rumo ao ápice do progresso espiritual.

Estrela de cinco pontas

Estrela de cinco pontas

Estrela de cinco pontas

Estrela de cinco pontas: sendo a Estrela do Oriente ou a Estrela Iniciação, é a que simbolizou o nascimento de JESUS. É o símbolo do Homem Perfeito, da Humanidade plena entre Pai e Filho; o homem em seus cinco aspectos: físico, emocional, mental, intuitivo e espiritual.
Totalmente realizado e uno com o Grande Arquiteto do Universo. É o homem de braços abertos, mas sem virilidade, porque dominou as paixões e emoções.
As Estrelas representam as lágrimas da beleza da Criação.
Olhemos para cima, para o céu e encontraremos a nossa estrela guia.
Na Maçonaria e nos seus Templos, a abóbada celeste está adornada de estrelas.
A Estrela é o emblema do gênio Flamejante que levam às grandes coisas com a sua influência.
É o emblema da paz, do bom acolhimento e da amizade fraternal.